7 de junho de 2013

Aquele momento embaraçoso no comboio Intercidades

Ontem na viagem Aveiro - Lisboa vim a ver o filme Take This Waltz, um filme romântico sobre a dualidade Amor/Paixão.

Tudo ia bem até que de repente uma cena de sexo explicito e eu ali com o portátil no meio do comboio, ainda tentei virar o ecrã para o lado da janela para ninguém ver, mas nessa altura passa uma pessoa no corredor para ir à casa-de-banho.

Raios partam as leis de Murphy!

6 de junho de 2013

E ontem foi o último dia de aulas como Prof. Estagiária

Se na passada quarta-feira foi o último dia de aulas na UA, esta quarta-feira foi a última aula como Prof. Estagiária.
Estava tão ou mais nervosa do que no primeiro dia de aulas. Tinha ainda muitos projectos dos alunos para montar ontem, mas no fim correu tudo bem.

Apesar de às vezes os meus alunos me levarem aos arames e ainda houve uma semana em que não me apetecia mesmo nada dar aulas, adorei esta experiência! Vou ter saudades destes miúdos.

Só queria era começar a trabalhar como Professora já em Setembro. 
Isso sim, é que era bom!

5 de junho de 2013

Daqui a um mês são 25 anos!

E eu ainda não estou preparada psicologicamente!
Nem completei a minha lista de 25 coisas a fazes nos 25 anos depois de fazer 25 anos. Sugestões? 


3 de junho de 2013

Gosto do pôr-do-sol

Se há coisa que eu gosto é do pôr-do-sol, das cores com que o céu fica, daquela pequena maravilha tão fugaz.

O pôr-do-sol é ainda melhor quando temos boa companhia. Ontem vi o pôr-do-sol na BioRia com a companhia de dois colegas e amigos.



P.s. Sim, é uma fotomontagem... Fomos tirando fotos à vez e esquecemos de tirar uma os três juntos.

Sei que filmes viste a semana passada... #14

E os escolhidos das últimas duas semanas foram...


Revolutionary Road
Em 2011 li o livro Revolutionary Road de Richard Yates, agora dois anos depois vi finalmente o filme.

Um jovem casal americano é considerado como um exemplo pelos vizinhos e amigos, mas na verdade escondem muitos problemas.
Este filme mostra a realidade americana nos anos 50 e os problemas reais de um casal que vive nos subúrbios. 









Birth
Se o seu marido morresse e 10 anos mais tarde, uma criança com 10 anos dissesse ser o seu marido, iria acreditar?

Neste triller psicológico Nichole Kidman é Anna, uma mulher prestes a casar e a esquecer a dor do passado, até ao dia em que um rapaz aparece e diz ser o seu falecido marido.
Ao princípio Anna desconfia, mas quanto mais está com o rapaz mais acredita que ele é o seu falecido marido.
Encontra-se então num dilema, esquecer o rapaz e casar, ou não casar?




The Diary of Anne Frank
No 9º ano li o Diário de Anne Frank, mas não me disse muito na altura, não sei se foi por ter lido aos bocados e espaçadamente, mas quando reli no 10º ano gostei mais do que quando li pela primeira vez.
Agora 10 anos depois, encontrei o filme na Biblioteca de Aveiro e decidi levar para casa e relembrar esta história.

Infelizmente a história não tem um final feliz, custa-me pensar que depois de 2 anos em cativeiro, bastavam mais uns meses e eram livres.
Anne Frank queria ser escritora e relembrada depois de morta, apesar de não o saber, conseguiu esse feito.


Frida
Conheci as obras da Frida Kahlo no 12º ano, no início foi difícil criar empatia com as obras desta pintora mexicana, mas agora depois de conhecer melhor a sua história, é sem dúvida uma pessoa inspiradora, não só pela sua vida como pelas suas obras.

Este filme ganhou dois óscares, de melhor caracterização e melhor banda sonora.









The Shawshank Redemption
Este filme foi-me recomendado e é sem dúvida duas horas muito bem passadas.
Dufresne (Tim Robbins) é acusado de ter assassinado a mulher e o amante e é enviado para a prisão com duas penas de prisão perpétua. 
Na prisão conhece Red (Morgan Freeman), ao longo dos anos a amizade entre os dois torna-se cada vez mais forte e quando Red perde a esperança de que alguma vez vá sair da prisão, Dufresne luta pela sua liberdade.

O filme foi nomeado para 7 óscares e é baseado no romance "Rita Hayworth and Shwsshank Redemption" de Stephen King.



Good Morning Vietnam
Gooooood Morning Vietnam! Quando penso no título só me consigo lembrar de como o Robin Williams, este actor maravilhoso, dava os bons dias na rádio onde trabalhava para os soldados americanos no Vietnam. 

Robin Williams é Cronauer um comediante da rádio militar americana, muito adorado pelos soldados, mas odiados pelos altos comandos militares.









Vicky Cristina Barcelona
Duas amigas americanas, numa viagem de férias de Verão a Barcelona, apaixonam-se pelo mesmo pintor Catalão, o problema é que ele tem uma relação tempestuosa com a sua ex-mulher.

Não sei muito bem o que dizer a cerca deste filme do Woody Allen, mas sei que estava à espera de melhor (já pareço a Cristina, não sabe o que quer, mas sabe o que não quer).





2 de junho de 2013

Beijo Origami

- Posso dar-te um beijo origami?
- Claro. Como é?
- É a dobrar.

1 de junho de 2013

Porque hoje é dia da criança - O amor de pais para filhos

“Dois, três, quatro anos, cinco talvez?
Não tem importância, diz-se que o amor dura sete anos. Vamos, sê honesta e responde-me. Serias capaz, durante sete anos, de te entregares a um indivíduo sem qualquer reserva, de dar tudo sem moderação, sem apreensão nem dúvida, sabendo que essa pessoa que amas mais do que tudo no mundo esquecerá quase tudo o que viveram juntos? Aceitarias que as tuas atenções e os teus gestos de amor se apagassem da sua memória e que a natureza, que tem horror ao vazio, preencha um dia essa amnésia com censuras e lamentas?
Sabendo que isso é inevitável, terias ainda assim a força de te levantares a meio da noite quando o amor da tua vida tem sede ou simplesmente um pesadelo?
Terias todas as manhãs vontade de lhe preparar o pequeno-almoço, de lhe ocupar os dias, de o divertir, de lhe ler histórias quando se sente aborrecido, de lhe cantar canções, de sair de casa porque precisa de apanhar ar, mesmo quando o frio se torna glaciar; e depois, ao chegar a noite, ignorarias o teu cansaço, irias sentar-te ao pé da sua cama para acalmares os seus medos falar-lhe do futuro que viverá forçosamente longe de ti? Se a tua resposta a cada uma destas perguntas é sim, então perdoa-me por te ter julgado mal, então sim, sabes realmente o que é amor.
- É da mamã que estás a falar?
- Não, minha querida, é de ti. Este amor que acabo de te descrever é o de um pai ou de uma mãe em relação aos seus filhos. Quantos dias e quantas noites passámos a velar por ti, a espreitar o mínimo perigo que te poderia ameaçar, a contemplar-te, a ajudar-te a crescer, a secar as tuas lágrimas, a fazer-te rir, quantos parques no Inverno e praias no Verão frequentámos, quilómetros percorridos, palavras repetidas, tempo que te foi dedicado. E no entanto, no entanto… a que idade remontam as tuas primeiras recordações de infância?
Imaginas tu até que ponto é preciso amar para aprender a viver apenas para os filhos, sabendo que se esquecerão tudo sobre os seus primeiros anos, que os anos que viverem provocar-lhes-ão sofrimento se falharmos na educação deles e na nossa entrega, que um dia virá, inelutavelmente, em que nos deixarão, orgulhos da sua liberdade.
Censuras as minhas ausências; mas conheces a amargura que se vive no dia em que os filhos se vão embora? Já imaginaste o sabor dessa ruptura? Vou dizer-te o que acontece: ficamos com cara de parvos à entrada da porta a ver-vos partir, a convencermo-nos de que nos devemos regozijar com esse voo necessário, que devemos amar a indiferença que vos impele e nos despoja da nossa própria carne. Fechada a porta é preciso reaprender tudo; mobilar as divisões vazias, deixar de ouvir o ruído dos passos, esquecer os estalidos tranquilizadores da escada quando chegavam tarde a casa e podíamos por fim adormecer tranquilamente, quando no futuro é necessário procurar o sono em vão, porque vocês não regressarão. Como vês, minha querida Julia, nenhum pai e nenhuma mãe retira de tudo isto qualquer glória, pois isto significa amar, e não temos outra escolha porque vos amamos.” 

As coisas que nunca dissemos
de Marc Levy